quarta-feira, 14 de abril de 2010
DJ Todd BR at mix part 2@ Lapasoundsystem - Rio de Janeiro.
Mix de Joy Salinas - People Talk com Yashimoto - Been a long time na terça feira de carnaval @ Lapa.
domingo, 11 de abril de 2010
meditação tonglen
eis a meditação tonglen mencionada no post abaixo (retirada daqui):
Quando praticamos tonglen no momento em que nos deparamos com o sofrimento, apenas inspiramos e expiramos — inspiramos a dor, exalamos a amplidão a alívio. Quando praticamos tonglen como uma meditação formal, devemos seguir quatro passos:
1. Em primeiro lugar, descanse sua mente por alguns segundos em um estado de abertura ou quietude. Esse estágio é tradicionalmente chamado de lampejo do bodhichitta absoluto, ou de súbita abertura à amplidão e clareza fundamentais.
2. Em seguida, trabalhe com a textura. Inspire o calor, a escuridão e o peso — a sensação de claustrofobia — e expire serenidade, claridade e leveza — a sensação de frescor. Inspire profundamente, por todos os poros, e expire, irradie completamente, usando todos os poros de seu corpo. Faça isso até que essas sensações estejam sincronizadas com sua inspiração e expiração.
3. No passo seguinte, trabalhe uma situação pessoal — qualquer situação dolorosa que seja real para você. Tradicionalmente, começa-se praticando tonglen por alguém com quem nos preocupamos e que queremos ajudar. Entretanto, como já mencionei, quando seus próprios problemas o impedem de prosseguir, você pode realizar a prática pela dor que está sentindo e, simultaneamente, por todos aqueles que, como você, passam pelo mesmo tipo de sofrimento. Por exemplo, se está se sentindo incapaz, inspire essa sensação, por si mesmo e pelos outros que estão no mesmo barco, e exale confiança, sentimento de ser capaz ou de alívio, da forma que desejar.
4. Finalmente, torne esse processo mais abrangente. Se você está praticando tonglen por alguém que ama, estenda a prática a todos aqueles por quem nutre o mesmo sentimento. Se está praticando por alguém que viu na televisão ou na rua, faça o mesmo por todos os que estão em situação semelhante. Não se limite a uma única pessoa. Talvez já seja suficiente praticar por todos aqueles que, como você, estão dominados pela raiva, medo, ou por qualquer outro sentimento que também o aprisione. Entretanto, em todos esses casos, você pode ir além. Você pode praticar tonglen por aqueles que considera inimigos — aqueles que o ferem ou ferem alguém. Faça tonglen por eles, pense neles como dominados pela mesma confusão e impotência que vê em si mesmo e naqueles que ama. Inspire a dor deles, expire alívio.
Quando praticamos tonglen no momento em que nos deparamos com o sofrimento, apenas inspiramos e expiramos — inspiramos a dor, exalamos a amplidão a alívio. Quando praticamos tonglen como uma meditação formal, devemos seguir quatro passos:
1. Em primeiro lugar, descanse sua mente por alguns segundos em um estado de abertura ou quietude. Esse estágio é tradicionalmente chamado de lampejo do bodhichitta absoluto, ou de súbita abertura à amplidão e clareza fundamentais.
2. Em seguida, trabalhe com a textura. Inspire o calor, a escuridão e o peso — a sensação de claustrofobia — e expire serenidade, claridade e leveza — a sensação de frescor. Inspire profundamente, por todos os poros, e expire, irradie completamente, usando todos os poros de seu corpo. Faça isso até que essas sensações estejam sincronizadas com sua inspiração e expiração.
3. No passo seguinte, trabalhe uma situação pessoal — qualquer situação dolorosa que seja real para você. Tradicionalmente, começa-se praticando tonglen por alguém com quem nos preocupamos e que queremos ajudar. Entretanto, como já mencionei, quando seus próprios problemas o impedem de prosseguir, você pode realizar a prática pela dor que está sentindo e, simultaneamente, por todos aqueles que, como você, passam pelo mesmo tipo de sofrimento. Por exemplo, se está se sentindo incapaz, inspire essa sensação, por si mesmo e pelos outros que estão no mesmo barco, e exale confiança, sentimento de ser capaz ou de alívio, da forma que desejar.
4. Finalmente, torne esse processo mais abrangente. Se você está praticando tonglen por alguém que ama, estenda a prática a todos aqueles por quem nutre o mesmo sentimento. Se está praticando por alguém que viu na televisão ou na rua, faça o mesmo por todos os que estão em situação semelhante. Não se limite a uma única pessoa. Talvez já seja suficiente praticar por todos aqueles que, como você, estão dominados pela raiva, medo, ou por qualquer outro sentimento que também o aprisione. Entretanto, em todos esses casos, você pode ir além. Você pode praticar tonglen por aqueles que considera inimigos — aqueles que o ferem ou ferem alguém. Faça tonglen por eles, pense neles como dominados pela mesma confusão e impotência que vê em si mesmo e naqueles que ama. Inspire a dor deles, expire alívio.
Don't look back in anger
Then I moved to a maximum-security federal prison. For the first two years, I lived in a dormitory crowded with bunks and inmates. It was claustrophobic, filled with bodies and noise. I would sometimes do my practice late at night, when it was quietest, but I also discovered a walk-in trash closet. I would clean it up, set all the mops and brooms and trash barrels outside so somebody could get to them, and I would sit in the closet on a folding chair.
One practice that was of great help was tonglen [ the practice of taking on the suffering of others and sending them relief]. Prison is a world of anger, and I certainly had mine. I had a lot to be bitter about: Some close friends had turned me in; I felt that I had been intensely over-prosecuted. But I was committed not to go there. I did not want to end up an angry and bitter person. It was not who I wanted to be. I really worked on transforming all that and on cultivating an attitude of lovingkindness through tonglen practice.
por Fleet Maul, criador da Prison Dharma Network, nessa entrevista pra Tricycle. (pra saber mais, leia esse post aqui do Conector)
One practice that was of great help was tonglen [ the practice of taking on the suffering of others and sending them relief]. Prison is a world of anger, and I certainly had mine. I had a lot to be bitter about: Some close friends had turned me in; I felt that I had been intensely over-prosecuted. But I was committed not to go there. I did not want to end up an angry and bitter person. It was not who I wanted to be. I really worked on transforming all that and on cultivating an attitude of lovingkindness through tonglen practice.
por Fleet Maul, criador da Prison Dharma Network, nessa entrevista pra Tricycle. (pra saber mais, leia esse post aqui do Conector)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
sábado, 27 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Dicas de site para quem tá começando no jornalismo
Nesse post vou apontar alguns sites que volta e meia visito pra tentar aprender alguma coisa sobre jornalismo. Tô falando do site Novo em Folha, do programa de treinamento da Folha de São Paulo e do Amanhã no Globo, dos estagiários do Globo. Tem também o Manual dos Focas, com dicas pra quem está começando, e Dicas de um Fuçador, com análises sobre o jornalismo atual. Curto muito o Economia do Norte Fluminense, que fala só da situação econômica do interior do Estado do Rio.
Às vezes leio também o blog do Guilherme Fiuza, do Noblat, do Nassif, do Tiago Dória e dos colunistas da Folha. Também leio o Tudo em Cima, que é de esquerda, o Óleo do Diabo, do meu primo, o Laudas Críticas, o Faz Caber, com várias dicas de infografia, o Filtro, com resumo das notícias do dia.
A medida que for lembrando, vou postando mais blogs.
Às vezes leio também o blog do Guilherme Fiuza, do Noblat, do Nassif, do Tiago Dória e dos colunistas da Folha. Também leio o Tudo em Cima, que é de esquerda, o Óleo do Diabo, do meu primo, o Laudas Críticas, o Faz Caber, com várias dicas de infografia, o Filtro, com resumo das notícias do dia.
A medida que for lembrando, vou postando mais blogs.
sábado, 6 de março de 2010
falando sobre quadrinhos com scott mccloud
“There are more diverse genres, more diverse creators, more gender-balanced (not as much as they should be, but we’re on our way), they’re more substantial in terms of literate content, they are more adventurous in terms of design, there’s more virtuosity in a variety of styles, there’s more exchange of ideas across national boundaries, there’s more personal work being promoted, there’s increased public perception for a variety of comics for a variety of different applications. Comics are being used for more things, read by more people, and have more of an essential importance to the culture, relevance to the culture, and effect on the culture than they ever have.” (link pro resto da entrevista)
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