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sábado, 30 de novembro de 2013

Cartola e Dona Zica, no pé do morro da Mangueira, em 1975

[caption id="attachment_1046" align="aligncenter" width="600"]dona Zica e Cartola, no morro da Mangueira, em 1975. Foto tirada por Antonio Carlos Miguel. Retirada daqui: http://g1.globo.com/musica/antonio-carlos-miguel/platb/2013/11/02/dentro-da-periferia/ dona Zica e Cartola, no morro da Mangueira, em 1975. Foto tirada por Antonio Carlos Miguel. Retirada daqui: http://g1.globo.com/musica/antonio-carlos-miguel/platb/2013/11/02/dentro-da-periferia/[/caption]

A Foto sensacional foi retirada daqui. Não pedi permissão ao autor, mas dei os créditos. Aqui e aqui tem dois textos meus baseados na biografia do sambista da Mangueira.

domingo, 17 de novembro de 2013

Palestra de Andrew Jennings sobre a Fifa

No final de outubro assisti uma palestra do jornalista escocês Andrew Jennings no Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, no centro da cidade, sobre o modus operandi quase mafioso da Fifa. Jennings escreveu o livro Jogo Sujo, onde destrincha um pouco os negócios escusos da federação de futebol, CBF e afins. Ele estava na cidade para a 8a Conferência Global de Jornalismo Investigativo.

Cheguei atrasado e não assisti tudo. Perdi a participação de Carlos Vainer, professor titular do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional/UFRJ (que falou sobre como as grandes corporações se instalam nos territórios através dos grandes eventos esportivos) e Gustavo Mehl, militante do Comitê Popular da Copa e Olimpíadas (falou sobre a campanha contra a privatização do Maracanã e como a Copa do Mundo descaracterizará a torcida brasileira). Um dos pontos bacanas do debate foi quando perceberam dois funcionários da Fifa entre os ouvintes. Eles foram reconhecidos pelo próprio Andrew Jennings e, no final, rebateram algumas das acusações do jornalistas e deram a própria versão sobre o funcionamento da Fifa.

Segue o debate na íntegra, para quem quiser conferir:


Seguem algumas das coisas que rolaram na participação do Andrew Jennings que ainda me lembro.

Ele falou de como a Fifa é uma empresa privada, como se hierarquiza internamente - cerca de 50% dos funcionários sabem o que rola lá dentro e os outros 50% ignoram "as coisas erradas do lugar e só seguem com a própria vida e criam os próprios filhos" - e como alguns vão galgando as posições até chegarem ao topo do ranking da corporação. Falou sobre politicagem interna e a diretoria, composta pelos presidentes das 209 associadas, como a CBF, que mandam e desmandam em tudo.

Acima dessa diretoria está o presidente. Andrew Jennings falou como algumas das reportagens que ele fez ajudou a derrubar o Ricardo Teixeira (cliquem no Ricardo e no Teixeira para perceberem a diferença entre os artigos da Wikipedia em inglês e português), que era o mais provável substituto do Blatter. Ele falou que o nome de Teixeira não era unânime na cúpula. Acho que o Jennings deu a entender que as falcatruas do Teixeira foi soprada para ele por um dos desafetos do ex-dirigente da CBF.

O jornalista falou da vida de luxo de Blatter, que ganha, dentre outras coisas, um "ajuda de custo" de 500 euros por cada dia que passa fora da Suíça, onde fica a sede da Fifa, viajando. Essa ajuda de custo é quase um salário extra, porque Blatter viaja constantemente como forma de manter esse rendimento extra. São cerca 15 mil euros ou R$ 45 mil extras por mês. Ele falou de como a Fifa impõe uma série de investimentos aos países escolhidos para sediar uma Copa do Mundo. Investimentos pagos com o dinheiro do contribuinte daquela nação. Do ponto de vista exposto por Jennings, o modus operandi da Fifa é quase como uma Máfia, forçando governos públicos a realizarem investimentos que serão revertidos eventualmente para o lucro de uma empresa privada. Pelo que entendi, durante a palestra ele só sobrevoou alguns dos temas que abordou no livro.

Ele comentou como a Fifa consegue ultrapassar a soberania de algumas nações, como é o caso da Lei da Copa, que revogou a proibição de álcool nos estádios brasileiros de futebol. O jornalista também comentou a escolha do Catar para sediara  Copa do Mundo de 2022, o que ele considerou um erro por conta do calor registrado no País durante o verão. Hoje, a Fifa já considera mudar o calendário do campeonato para o inverno. Ele não falou nada, ou não sabia, sobre as acusações de trabalho escravo nas obras do Catar. Jennings lembrou das remoções forçadas da população de baixa renda para as obras da Copa do Mundo, como aconteceu na África do Sul, e do risco de elitização dos espectadores do torneio. Eu ia perguntar a ele a questão dos preços dos ingressos, que são mais baratos daqueles praticados na África do Sul, mas na hora não consegui ou achei pertinente perguntar outras coisas.

A platéia era toda composta de jornalistas, estudantes ou "engajados". Tinha gente com camisas do Comitê Popular da Copa do Mundo, um ex-colega de trabalho, gente com crianças e muito mais. Fiquei curioso para saber um pouco mais das tramóias da Fifa, mas também fiquei um pouco decepcionado. Pelo que Jennings falou, tudo lá rola em torno de dinheiro. Achei um pouco bobo. Fiquei curioso para saber se rolava alguma coisa a mais, se almejavam mais do que dinheiro e o que seria isso... mas comecei a viajar em forças ocultas e tudo mais e achei melhor ficar quieto. Só parece que esses caras da cúpula do futebol fazem um trabalho danado só para ganhar uma boa dinheirama. E nem é garantido conseguir essa renda toda no final. Se o negócio é só dinheiro, talvez fosse melhor se prestassem concurso para serviço público. Deve dar menos trabalho.

Andrew Jennings falou também do trabalho dele, de como é ajudado por alguns funcionários da própria Fifa preocupados com o futebol. Disse que uma dessas fontes, um fanático por futebol, não pensa em vir para o Brasil por conta dos altos preços dos hotéis e das passagens de avião, que atingirão patamares estratosféricos época da Copa. E o cara é um viciado em futebol. Tem tudo de futebol, conhece todas as estatísticas, vê os jogos mais obscuros e tudo mais. Essas fontes, além de municiar o escocês com informações internas, também divulgam alguns balanços e informações financeiras para ele.

No final, o jornalista conclamou o povo a ir protestar sem violência no pré-lançamento da Copa do Mundo, em São Paulo, há duas semanas do início oficial dos eventos. Ele disse e repetiu que não é para ninguém atuar com violência. Não é para revidar as agressões da polícia pois "a imprensa do mundo inteiro estará de olho no Brasil e ela poderá ver como é a atuação do Estado nessas manifestações". Ele também conclamou um boicote pacífico aos patrocinadores da Copa do Mundo (o McDonald's, o Itaú, etc).

[caption id="attachment_1028" align="aligncenter" width="800"]Brasília - O jornalista da British Broadcasting Corporation (BBC) de Londres, Andrew Jennings, autor do livro, Jogo Sujo - O Mundo Secreto da Fifa, durante audiência pública na Comissão de Educação do Senado, sobre as revelações feitas no livro Brasília - O jornalista da British Broadcasting Corporation (BBC) de Londres, Andrew Jennings, autor do livro, Jogo Sujo - O Mundo Secreto da Fifa, durante audiência pública na Comissão de Educação do Senado, sobre as revelações feitas no livro[/caption]

Depois disso, os dois caras da Fifa que assistiam a palestra foram à frente e falaram um pouco. Disseram que estavam com pouco tempo (a palestra atrasou em meia hora), tinham pouco tempo para "mostrar o outro lado". O trabalho deles consiste em viajar pelas cidades-sede no Brasil e falar um pouco sobre o que é o trabalho da Federação e o alcance das ações deles, para tentar acalmar os ânimos da população e reverter um pouco a imagem negativa que a Fifa possui.

Falaram que Jennings não pegou "todo o quadro" da Fifa, que a a Copa do Mundo estava custando cerca de US$ 2 bilhões (não lembro o valor certo) para a Fifa - ao que o Gustavo Mehl, do Comitê Popular da Copa gritou que era mentira, que  só o Maracanã havia custado R$ 1 bilhão.  Os membros da Federação, dois ingleses, frisaram "U$ 2 bilhões para a Fifa". Desse total, US$ 1 bilhão e poucos serão investidos no futebol de base no Brasil e parece que os US$ 1 bilhão restantes serão gastos com o próprio pessoal da Fifa durante a Copa. Não lembro direito.

Respondendo uma pergunta da plateia, disseram a Fifa esperava lucrar (acho que) US$ 4,3 bilhões com a Copa do Mundo no Brasil, o mesmo lucro que obteve na África do Sul. Disseram que o lucro obtido com a Copa do Mundo no Brasil ia ser usado para financiar outras 20 Copas do Mundo futuramente. Eu não entendi essa matemática financeira deles. Falaram também que o dinheiro arrecadado é usado para financiar os times de base das 209 associadas da Fifa. E essa é uma questão a ser acompanhada de perto tanto pelos governos, pela imprensa, pelos comitês populares e sociedade em geral.

Eles reconheceram que há corrupção nas relações entre a Fifa e os governos, o que me deixou surpreso, mas meio que jogaram a "culpa" em cima dos países interessados em sedia os torneios. "A Fifa não obriga ninguém a sediar uma Copa do Mundo". Eles disseram que se mostravam abertos a um convite do Sindicato dos Jornalistas para voltarem lá e falar um pouco sobre o ponto de vista da Fifa sobre o campeonato, ao que o Carlos Vainer começou a gritar e exigir que o Comitê Popular também fosse convidado para participar do pré-lançamento da Copa do Mundo em São Paulo. Um deles perguntou porque o Vainer estava sendo tão agressivo. Eles disseram que iam levar a demanda para os superiores deles. Depois de um tempo foram embora. Durante a fala dos caras, uma das meninas da plateia jogou uma bola de papel neles, o que foi rechaçado por todas as outras pessoas. No final, uma galera vaiou eles. Eu não peguei o nome dos caras e não acho que serão convidados para apresentar "o outro lado".

Depois abriram as perguntas para a plateia. Como de costume em todos os eventos, nego mais discursou do que fez perguntas ao principal convidado. Uma representante do grupo LGBT reclamou dos preços das passagens de avião e dos hotéis na época da Copa do Mundo. Outro falou da Aldeia Maracanã, situada no antigo Museu do Índio que virou ponto de resistência de uma galera mais engajada nas manifestações. O cara, que pra mim tinha uma cara triste, falou de como os manifestantes e os índios botaram o nome do Sérgio Cabral "na boca do sapo" e desde então a popularidade do governador caiu a números inimagináveis até pouco tempo atrás. Ele ameaçou colocar o nome do Eduardo Paes e da Dilma também na boca do sapo. Nego bateu palmas em apoio.

Quando acabou a palestra eu fui lá tentar falar com o Andrew Jennings. Se não tivessem falado que ele era escocês, daria pra adivinhar a nacionalidade dele só pelo tamanho das suíças do cara. Esperei uma senhora com uns alunos da Escola Municipal Friedenreich falar com ele. Ela agradeceu a palestra e falou do caso da escola, que não foi removida por conta das manifestações. A escola ia virar lugar de aquecimento para os atletas da Copa. Uma galera foi falar com ele depois disso.

Aproveitei uma brecha e perguntei como é que ele consegue as informações internas da Fifa. Ao que ele respondeu "que fez o que todo bom jornalista faz: construiu uma rede de contatos". Mas fiquei insatisfeito e queria que ele explicasse mais. Ele então falou que durante um evento esportivo, começou a  fazer perguntas incômodas sobre a Fifa. Foi aí então que um dos funcionários procurou ele e começou a divulgar as informações. "Eu chamei a briga para mim", disse. "Então você levantou uma bandeira para percebessem você?", perguntei. "É mais ou menos isso", concluiu. Eu queria perguntar mais coisas, mas já estava tarde e iam levar ele para comer alguma coisa. Aí agradeci e fui embora pra casa.

**
O debate serviu, dentre outras coisas, pra ajudar a responder uma pergunte que eu tinha me feito há um tempo atrás. Qual é a contribuição da Fifa para o Futebol?. Eles investem em futebol de base, por exemplo (dentre outras coisas que não sei).

Mais informações:
* Transparency in Sport;
* Twitter do Andrew Jennings;

sábado, 19 de outubro de 2013

projeto fotográfico sobre o Metrô carioca

Caos Subterrâneo

Projeto fotográfico sobre o metrô carioca. O fotógrafo Daniel Carvalho quis mostrar um pouco das dificuldades enfrentadas no dia a dia pelos usuários do metrô. Mais fotos aqui e aqui tem o fotógrafo falando sobre o período de quatro meses que ficou tirando as fotos.

domingo, 13 de outubro de 2013

#ficadica

all-star-superman-lessons-beatitudes

Alguns mandamentos do Allstar Superman:
- Nada é impossível;
- O quão pior você age, pior você fica;
- Os fortes devem proteger os fracos;
- Valentões não gostam de ser confrontados;
- Um homem não é medido pelo que ele fala, mas pelo que ele faz;
- Nunca é tão ruim quanto parece;
- Você é mais forte do que você acha que é;
- A pena é mais forte que a espada, todas as vezes;
- É apenas nós, aqui juntos, e isso é tudo o que nós temos;
- Sempre há uma maneira;

Peguei aqui.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Mais informações sobre Jorge Ben(jor) e a Turma da Tijuca

Informações sobre Jorge Benjor, Roberto Carlos, Erasmo e Tim Maia retiradas do Dicionário Cravo Albin e da Wikipedia:

Jorge Benjor
Jorge Duílio Lima Menezes iniciou sua carreira artística em 1961, como pandeirista, ao lado do Copa Trio, grupo liderado pelo organista Zé Maria, que se apresentava na casa noturna Little Club, no Beco das Garrafas (RJ). Em seguida, apresentou-se no Bottle's, também no Beco das Garrafas, cantando e tocando músicas de sua autoria. Atuou, também nessa época, como cantor de rock, na boate Plaza (RJ).

Em 1963, voltou a apresentar-se no Bottle's, acompanhado pelo Copa Cinco, integrado por Meireles (sax), Pedro Paulo (trompete), Toninho (piano), Dom Um (bateria) e Manoel Gusmão (baixo). Ainda em nesse ano, realizou sua primeira participação em estúdio, atuando como "crooner" nas faixas "Mas que nada" e "Por causa de você, menina", ambas de sua autoria, incluídas no LP "Tudo azul", de Zé Maria. Em seguida, foi contratado pela gravadora Philips, e gravou um 78 rpm com essas duas músicas, acompanhado pelo Copa Cinco. O disco obteve muito êxito. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro LP, "Samba esquema novo", contendo essas duas canções, além de "Chove chuva", que veio consolidar seu sucesso como cantor e compositor. O disco atingiu um total de 100 mil cópias vendidas, marca incomum para a época.
* tirado do Dicionário Cravo Albin;

Carioca de Madureira, mas criado no Rio Comprido, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock and roll. É conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly "Bop-A-Lena" de Ronnie Self (apelido que Tim Maia tinha pelo mesmo motivo). Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas. Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a bossa nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.
* tirado da Wikipedia;

Erasmo Carlos
Erasmo Esteves foi criado no bairro carioca da Tijuca, estudou nos tradicionais colégios Batista e Lafayette. Começou a se interessar por música em 1957, quando o rock começou a penetrar no Brasil. Na Rua do Matoso, conheceu Roberto Carlos, Jorge Ben e Tim Maia, que lhe ensinou os primeiros acordes de violão. Fundou com eles o grupo amador The Sputiniks.
* tirado do Cravo Albin;

Erasmo conhecia Sebastião Rodrigues Maia (que mais tarde seria conhecido como Tim Maia) desde a infância, entretanto a amizade só viria na adolescência por conta da febre do Rock and Roll. Em 1957, Tim Maia montou a banda The Sputniks, os membros da banda eram Tim, Arlênio Lívio, Wellington Oliveira e Roberto Carlos. Após uma briga entre Tim e Roberto, o grupo foi desfeito, Wellington desistiu da carreira musical, o único remanescente era Arlênio que no ano seguinte resolveu chamar Erasmo e outros amigos da Tijuca, Edson Trindade e José Roberto, conhecido como "China" para formarem o grupo vocal "The Boys of Rock". Por sugestão de Carlos Imperial o grupo passou a se chamar The Snakes, o grupo acompanhava tanto Roberto quanto Tim Maia em seus respectivos shows.

Erasmo foi apresentado a Roberto por Arlênio Lívio, Roberto precisava da letra da canção Hound Dog, sucesso na voz de Elvis Presley, então Arlênio disse que Erasmo seria a pessoa que possuiria tal letra, pois este era um grande fã de Elvis, Roberto descobriu outras afinidades com Erasmo, além de Elvis, ambos gostavam de Bob Nelson, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, torciam para o Vasco da Gama. Quando fazia parte do The Snakes, Tim Maia ensinou Erasmo a tocar violão.

O The Snakes chegou a acompanhar, o cantor Cauby Peixoto em sua inusitada passagem pelo rock, na gravação de "Rock and Roll em Copacabana" de 1957 e no filme "Minha Sogra é da Polícia" (1958), onde o cantor interpreta a canção "That's Rock" composta por Imperial.

Nos tempos da juventude também conheceu, Jorge Ben Jor, na época conhecido como Babulina e Wilson Simonal, que também foi agenciado por Carlos Imperial. Erasmo resolveu adotar o nome Carlos no nome artístico em homenagem ao Roberto Carlos e a Carlos Imperial e com esse nome lançou o compacto que seria de grande sucesso com a música O Terror dos Namorados com a novidade do Orgão Hammond de Lafayette que também era seu amigo e da Turma do Bar Divino na Tijuca.
* do verbete da Wikipedia;

Tim Maia
Iniciou sua carreira artística aos 14 anos de idade, integrando, como baterista, o grupo Os Tijucanos do Ritmo, com o qual atuou durante um ano. Em seguida, começou a estudar violão e formou, em 1957, com Roberto e Erasmo Carlos, o grupo Os Sputniks. Em 1959, viajou para os Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Estudou inglês e integrou, como vocalista, o conjunto The Ideals. Em 1968, gravou seu primeiro disco, um compacto simples contendo suas composições "Meu país" e "Sentimento".
* do Cravo Albin;

Sebastião Rodrigues Maia foi um cantor, compositor, produtor, maestro, multi-instrumentista e empresário brasileiro, responsável pela introdução do estilo soul na música popular brasileira e reconhecido mundialmente como um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pela rouquidão de sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendagem e consagrando muitos sucessos. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contato com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas. Em 1970, gravou seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso país afora com músicas como "Azul da Cor do Mar" e "Primavera".
* Wikipedia;

Roberto Carlos
Em 1957 começou a carreira apresentando-se em bailes e programas de TV com o conjunto The Sputniks. Em 1958, formou com Erasmo Carlos, Edson Trindade e Arlênio Gomes o conjunto The Snakes. A carreira solo foi iniciada no mesmo ano como "crooner" da boate do Hotel Plaza, em Copacabana, cantando samba-canção e bossa nova. No ano seguinte, por intermédio de Carlos Imperial, começou a se apresentar no programa do Chacrinha. Com uma carta de apresentação de ambos, gravou pela Polydor seu primeiro disco, "João e Maria/Fora do tom", um 78 rpm de estilo bossa nova e composições de Carlos Imperial que não teve repercussão alguma. Ainda assessorado por Carlos Imperial, gravou seu segundo disco em 1960, com as músicas "Brotinho sem juízo" e "Canção do amor nenhum", ambas de Imperial. No ano seguinte gravou seu primeiro LP, também não obtendo êxito. Em 1963, fez sucesso com o 78 rpm "Splish splash/Parei na contramão", esta última inaugurando a parceria com Erasmo, uma das mais profícuas e rentáveis da música brasileira.

Nesse mesmo ano viajou com freqüência para São Paulo para se apresentar no programa da TV Record "Astros do Disco". No ano seguinte, começaram a se intensificar as apresentações em programas de rádio e televisão, tornando seu nome conhecido nacionalmente. Ainda em 1964 lançou o LP "É proibido fumar", com os sucessos "O calhambeque", versão de Erasmo Carlos para "Road hog" e a faixa título. O ano de 1965 foi o da consagração nacional definitiva. A TV Record decidiu lançar um programa dominical direcionado à juventude cujo comando foi entregue a ele. O programa "Jovem Guarda" foi ao ar durante quatro anos, tornando-se uma das maiores audiências da televisão brasileira de todos os tempos. Ao lado do "Tremendão" Erasmo Carlos e da "Ternurinha" Wanderléia, recebia convidados que ali se apresentavam.
* Cravo Albin;

Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira, ele foi um dos pioneiros no Brasil do movimento rock'n'roll surgido nos Estados Unidos ao longo da década de 1950.

Embora tivesse iniciado a carreira sob influência da Bossa Nova, no início da década de 1960, Roberto mudou seu repertório para o rock. Com composições próprias, geralmente feitas em parceria com o amigo Erasmo Carlos, e versões de sucessos do então recente gênero musical, fundando as bases para o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Com a fama, estrelou ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléa um programa na TV Record chamado Jovem Guarda, que daria nome ao primeiro movimento musical do rock brasileiro. Além da carreira musical, estrelou filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora".
* Wikipedia;

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Jornalismo sem rancor na New Yorker

Isso é que é chamada. Festejaram a liberação do casamento gay pela Suprema Corte dos EUA de maneira foda e não rancorosa. Isso é bem legal. "How the Court ruled" pode ser tanto "Como a Corte ordenou" como "Como a Corte mandou bem pra caralho". Isso com a grande escolha de foto que ilustra a chamada

new yorker

 

* mais aqui: http://www.newyorker.com/online/blogs/newsdesk/2013/06/how-the-court-ruled-on-doma-and-prop-8.html

domingo, 9 de junho de 2013

Revista Música e Músicos n.01

Revista Música e Músicos, de maio de 1962. Tem entrevistas com Ângela Maria, Sargentelli (por ele próprio), coluna do Tom Jobim e várias paradas. Comprei a edição dia desses por R$ 10 na feira da Praça XV, no Rio de Janeiro. Achei que tava barato (já que é uma primeira edição), mas assim que comecei a mexer na revista pra escanear ela se desfez um pouco, aí entendi a razão do preço...

Segue abaixo a revista escaneada e em formato digital pra quem quiser dar uma olhada.



* Ou é só clicar direto no link: http://issuu.com/chicones/docs/revista_m__sica_e_m__sicos_-_001/1

domingo, 13 de janeiro de 2013

Vozoteca em São Paulo



"O jornalista Luiz Ernesto Kawall explica como teve a ideia de criar uma vozoteca com variados registros sonoros em sua própria casa, em São Paulo. O acervo será doado para um instituto vinculado à USP (Universidade de São Paulo). Kawall possui depoimentos, discursos, canções antiga e outros tipos de áudios raros de personalidades como Getúlio Vargas, Fidel Castro, Alberto Santos Dumont, Carmen Miranda, Adolf Hitler e Monteiro Lobato, entre outros."

Reportagem: Márcio Padrão, do BOL
Imagens e edição: David Goldberg