sábado, 19 de outubro de 2013

projeto fotográfico sobre o Metrô carioca

Caos Subterrâneo

Projeto fotográfico sobre o metrô carioca. O fotógrafo Daniel Carvalho quis mostrar um pouco das dificuldades enfrentadas no dia a dia pelos usuários do metrô. Mais fotos aqui e aqui tem o fotógrafo falando sobre o período de quatro meses que ficou tirando as fotos.

domingo, 13 de outubro de 2013

#ficadica

all-star-superman-lessons-beatitudes

Alguns mandamentos do Allstar Superman:
- Nada é impossível;
- O quão pior você age, pior você fica;
- Os fortes devem proteger os fracos;
- Valentões não gostam de ser confrontados;
- Um homem não é medido pelo que ele fala, mas pelo que ele faz;
- Nunca é tão ruim quanto parece;
- Você é mais forte do que você acha que é;
- A pena é mais forte que a espada, todas as vezes;
- É apenas nós, aqui juntos, e isso é tudo o que nós temos;
- Sempre há uma maneira;

Peguei aqui.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Mais informações sobre Jorge Ben(jor) e a Turma da Tijuca

Informações sobre Jorge Benjor, Roberto Carlos, Erasmo e Tim Maia retiradas do Dicionário Cravo Albin e da Wikipedia:

Jorge Benjor
Jorge Duílio Lima Menezes iniciou sua carreira artística em 1961, como pandeirista, ao lado do Copa Trio, grupo liderado pelo organista Zé Maria, que se apresentava na casa noturna Little Club, no Beco das Garrafas (RJ). Em seguida, apresentou-se no Bottle's, também no Beco das Garrafas, cantando e tocando músicas de sua autoria. Atuou, também nessa época, como cantor de rock, na boate Plaza (RJ).

Em 1963, voltou a apresentar-se no Bottle's, acompanhado pelo Copa Cinco, integrado por Meireles (sax), Pedro Paulo (trompete), Toninho (piano), Dom Um (bateria) e Manoel Gusmão (baixo). Ainda em nesse ano, realizou sua primeira participação em estúdio, atuando como "crooner" nas faixas "Mas que nada" e "Por causa de você, menina", ambas de sua autoria, incluídas no LP "Tudo azul", de Zé Maria. Em seguida, foi contratado pela gravadora Philips, e gravou um 78 rpm com essas duas músicas, acompanhado pelo Copa Cinco. O disco obteve muito êxito. Nesse mesmo ano, gravou seu primeiro LP, "Samba esquema novo", contendo essas duas canções, além de "Chove chuva", que veio consolidar seu sucesso como cantor e compositor. O disco atingiu um total de 100 mil cópias vendidas, marca incomum para a época.
* tirado do Dicionário Cravo Albin;

Carioca de Madureira, mas criado no Rio Comprido, Jorge Ben queria ser jogador de futebol e chegou a integrar o time infanto-juvenil do Flamengo. Mas acabou seguindo o caminho da música, presente em sua vida desde criança. Ganhou seu primeiro pandeiro aos treze anos de idade e, dois anos depois, já cantava no coro de igreja. Também participava como tocador de pandeiro em blocos de carnaval. Aos dezoito, ganhou um violão de sua mãe e começou a se apresentar em festas e boates, tocando bossa nova e rock and roll. É conhecido como Babulina, por conta da pronúncia do rockabilly "Bop-A-Lena" de Ronnie Self (apelido que Tim Maia tinha pelo mesmo motivo). Seu ritmo híbrido lhe trouxe alguns problemas no início, quando a música brasileira estava dividida entre a Jovem Guarda e o samba tradicional, de letras engajadas. Ao passar a ter interesse pela música, o artista vivenciou uma época na qual a bossa nova predominava no mundo. A exemplo da maioria dos músicos de então, ele foi inicialmente influenciado por João Gilberto, mas desde o início foi bastante inovador.
* tirado da Wikipedia;

Erasmo Carlos
Erasmo Esteves foi criado no bairro carioca da Tijuca, estudou nos tradicionais colégios Batista e Lafayette. Começou a se interessar por música em 1957, quando o rock começou a penetrar no Brasil. Na Rua do Matoso, conheceu Roberto Carlos, Jorge Ben e Tim Maia, que lhe ensinou os primeiros acordes de violão. Fundou com eles o grupo amador The Sputiniks.
* tirado do Cravo Albin;

Erasmo conhecia Sebastião Rodrigues Maia (que mais tarde seria conhecido como Tim Maia) desde a infância, entretanto a amizade só viria na adolescência por conta da febre do Rock and Roll. Em 1957, Tim Maia montou a banda The Sputniks, os membros da banda eram Tim, Arlênio Lívio, Wellington Oliveira e Roberto Carlos. Após uma briga entre Tim e Roberto, o grupo foi desfeito, Wellington desistiu da carreira musical, o único remanescente era Arlênio que no ano seguinte resolveu chamar Erasmo e outros amigos da Tijuca, Edson Trindade e José Roberto, conhecido como "China" para formarem o grupo vocal "The Boys of Rock". Por sugestão de Carlos Imperial o grupo passou a se chamar The Snakes, o grupo acompanhava tanto Roberto quanto Tim Maia em seus respectivos shows.

Erasmo foi apresentado a Roberto por Arlênio Lívio, Roberto precisava da letra da canção Hound Dog, sucesso na voz de Elvis Presley, então Arlênio disse que Erasmo seria a pessoa que possuiria tal letra, pois este era um grande fã de Elvis, Roberto descobriu outras afinidades com Erasmo, além de Elvis, ambos gostavam de Bob Nelson, James Dean, Marlon Brando, Marilyn Monroe, torciam para o Vasco da Gama. Quando fazia parte do The Snakes, Tim Maia ensinou Erasmo a tocar violão.

O The Snakes chegou a acompanhar, o cantor Cauby Peixoto em sua inusitada passagem pelo rock, na gravação de "Rock and Roll em Copacabana" de 1957 e no filme "Minha Sogra é da Polícia" (1958), onde o cantor interpreta a canção "That's Rock" composta por Imperial.

Nos tempos da juventude também conheceu, Jorge Ben Jor, na época conhecido como Babulina e Wilson Simonal, que também foi agenciado por Carlos Imperial. Erasmo resolveu adotar o nome Carlos no nome artístico em homenagem ao Roberto Carlos e a Carlos Imperial e com esse nome lançou o compacto que seria de grande sucesso com a música O Terror dos Namorados com a novidade do Orgão Hammond de Lafayette que também era seu amigo e da Turma do Bar Divino na Tijuca.
* do verbete da Wikipedia;

Tim Maia
Iniciou sua carreira artística aos 14 anos de idade, integrando, como baterista, o grupo Os Tijucanos do Ritmo, com o qual atuou durante um ano. Em seguida, começou a estudar violão e formou, em 1957, com Roberto e Erasmo Carlos, o grupo Os Sputniks. Em 1959, viajou para os Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Estudou inglês e integrou, como vocalista, o conjunto The Ideals. Em 1968, gravou seu primeiro disco, um compacto simples contendo suas composições "Meu país" e "Sentimento".
* do Cravo Albin;

Sebastião Rodrigues Maia foi um cantor, compositor, produtor, maestro, multi-instrumentista e empresário brasileiro, responsável pela introdução do estilo soul na música popular brasileira e reconhecido mundialmente como um dos maiores ícones da música no Brasil. Suas músicas eram marcadas pela rouquidão de sua voz, sempre grave e carregada, conquistando grande vendagem e consagrando muitos sucessos. Nasceu e cresceu na cidade do Rio de Janeiro, onde, em sua infância, já teve contato com pessoas que viriam a ser grandes cantores, como Jorge Ben Jor e Erasmo Carlos. Em 1957, fundou o grupo The Sputniks, onde cantou junto a Roberto Carlos. Em 1959, emigrou para os Estados Unidos, onde teve seus primeiros contatos com o soul, vindo a ser preso e deportado por roubo e porte de drogas. Em 1970, gravou seu primeiro disco, intitulado Tim Maia, que, rapidamente, tornou-se um sucesso país afora com músicas como "Azul da Cor do Mar" e "Primavera".
* Wikipedia;

Roberto Carlos
Em 1957 começou a carreira apresentando-se em bailes e programas de TV com o conjunto The Sputniks. Em 1958, formou com Erasmo Carlos, Edson Trindade e Arlênio Gomes o conjunto The Snakes. A carreira solo foi iniciada no mesmo ano como "crooner" da boate do Hotel Plaza, em Copacabana, cantando samba-canção e bossa nova. No ano seguinte, por intermédio de Carlos Imperial, começou a se apresentar no programa do Chacrinha. Com uma carta de apresentação de ambos, gravou pela Polydor seu primeiro disco, "João e Maria/Fora do tom", um 78 rpm de estilo bossa nova e composições de Carlos Imperial que não teve repercussão alguma. Ainda assessorado por Carlos Imperial, gravou seu segundo disco em 1960, com as músicas "Brotinho sem juízo" e "Canção do amor nenhum", ambas de Imperial. No ano seguinte gravou seu primeiro LP, também não obtendo êxito. Em 1963, fez sucesso com o 78 rpm "Splish splash/Parei na contramão", esta última inaugurando a parceria com Erasmo, uma das mais profícuas e rentáveis da música brasileira.

Nesse mesmo ano viajou com freqüência para São Paulo para se apresentar no programa da TV Record "Astros do Disco". No ano seguinte, começaram a se intensificar as apresentações em programas de rádio e televisão, tornando seu nome conhecido nacionalmente. Ainda em 1964 lançou o LP "É proibido fumar", com os sucessos "O calhambeque", versão de Erasmo Carlos para "Road hog" e a faixa título. O ano de 1965 foi o da consagração nacional definitiva. A TV Record decidiu lançar um programa dominical direcionado à juventude cujo comando foi entregue a ele. O programa "Jovem Guarda" foi ao ar durante quatro anos, tornando-se uma das maiores audiências da televisão brasileira de todos os tempos. Ao lado do "Tremendão" Erasmo Carlos e da "Ternurinha" Wanderléia, recebia convidados que ali se apresentavam.
* Cravo Albin;

Roberto Carlos Braga (Cachoeiro de Itapemirim, 19 de abril de 1941) é um cantor e compositor brasileiro. Um dos primeiros ídolos jovens da cultura brasileira, ele foi um dos pioneiros no Brasil do movimento rock'n'roll surgido nos Estados Unidos ao longo da década de 1950.

Embora tivesse iniciado a carreira sob influência da Bossa Nova, no início da década de 1960, Roberto mudou seu repertório para o rock. Com composições próprias, geralmente feitas em parceria com o amigo Erasmo Carlos, e versões de sucessos do então recente gênero musical, fundando as bases para o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Com a fama, estrelou ao lado de Erasmo Carlos e Wanderléa um programa na TV Record chamado Jovem Guarda, que daria nome ao primeiro movimento musical do rock brasileiro. Além da carreira musical, estrelou filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura", "Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa" e "Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora".
* Wikipedia;

Alguns links com algumas histórias sobre o Jorge Ben(jor)

Algumas historias sobre o Jorge Ben(jor) que coletei pela internet:

Você tem uma relação muito próxima com as canções de Jorge Benjor, a começar por Mas Que Nada. Como vocês se conheceram, e qual é a relação de vocês hoje?
Conheci o Jorge no Beco das Garrafas. Foi nessa época que ouvi Mas Que Nada, Chove Chuva, entre outras, pela primeira vez. O Jorge tinha uma qualidade especial, uma levada de violão totalmente diferente do que se fazia naquela época. Sou muito grato a ele por ter escrito Mas Que Nada , que foi e continua sendo a canção mais importante da minha carreira. No meu disco Bom Tempo, lançado neste ano, regravei País Tropical. Acho que Mas Que Nada é hoje a canção brasileira mais conhecida no mundo. E Jorge é um querido amigo. Nós nos vemos de vez em quando quando nos cruzamos pelo mundo. E é sempre um grande prazer encontrá-lo.

* 20 perguntas da Playboy com o Sérgio Mendes;

Mas existe também o Erasmo Carlos sambista, não é? Muita gente considera você e o Jorge Ben os inventores do samba rock.
Não, é o Jorge. Ele é o grande sacador da batida e tudo. Eu sou só um seguidor, e todos os que fazem samba rock são seguidores do Jorge. Quando comecei, ele era meu vizinho lá na Tijuca. Ele era da turma d’Os Cometas, do Rio Comprido, eu era de uma gangue da Tijuca. A gente frequentava a mesma esquina, o mesmo bar. Depois todos começaram a tocar violão, aquela febre do rock’n’roll, samba, bossa nova. A gente fazia serenata de rock e de bossa nova...

* entrevista da revista Trip com Erasmo Carlos;

SUA TURMA ERA TIM MAIA, ROBERTO, ERASMO CARLOS?
Eu também não era da turma deles... A turma deles, o primeiro conjunto, era Tim Maia, Erasmo e Roberto. Chamava Sputniks. Aí houve uma confusão, Roberto se separou e o Tim depois sumiu, foi pros Estados Unidos. Tim tocava desde garoto, foi o primeiro que vi cantando “bop-a-lena, bop-a-lena”, tocando guitarra. Ficamos mais amigos depois, quando voltou e veio pra jovem guarda. Fizemos uma excursão uma vez com a fábrica francesa de tecidos Rhodia. Eu, Rita Lee e Tim Maia. Eram as manequins, e a gente tocava no meio dos desfiles. Uma coisa chiquérrima.

NÃO FICOU NADA GRAVADO DISSO?
Ah, não, não sobrou gravação nem do tempo nosso da tropicália, de Divino, maravilhoso. Dizem que gravavam novela em cima. Mas, falando do Tim Maia... O som dele revolucionou. Ele teve umas fases lúdicas, lindas, específicas... Por exemplo, aquela do livro. Ele seguia e descobriu que não era nada daquilo. Essa foi uma decepção dele. O cara botou a fé dele toda ali e depois descobriu.

DEVE TER SIDO RUIM PRA ELE, MAS RENDEU MÚSICAS MARAVILHOSAS...
Ô, só música maravilhosa. Ele aderiu, cantava com o livro na mão. O síndico, o grande síndico, Deus o tenha. Não vou falar pra você nem pra ninguém, mas eu guardava coisas dele, os amigos sempre guardavam. A qualquer hora você tinha que atender, ele ligava três, quatro horas da manhã. Uma coisa que posso contar pra você: quando gravou o disco com Os Cariocas [em 1997], ele chegou contente, feliz da vida, isso eram quatro da manhã. Aí acordei, já sabiam lá em casa que telefone para mim era dele.

ELE DEVIA SABER QUE VOCÊ TAMBÉM ESTARIA ACORDADO...
[Ri.] Do outro lado ele feliz, “Porra, estou chegando do estúdio agora, gravei com Os Cariocas!”. Mostrava faixa por faixa, ouvi e tinha que dar nota!

NOTA? DE ZERO A DEZ?
[Ri muito.] “O que você acha, porra!?” “Do cacete.” Era demais.

E ROBERTO E ERASMO?
Com eles foi muito pouco, só vivi aquela época da jovem guarda.

MAS VOCÊ FEZ DUAS MÚSICAS COM ERASMO E MOROU COM ELE, NÃO?
Fiquei um pouco com Erasmo no Brooklin, quando fui pra São Paulo me apresentar no Jovem Guarda. Foi a época em que a gente fez “Menina gata Augusta” [1967], que foi legal, [cantarola], “menina gata Augusta, menina Augusta gata”. Ali já fizemos um [hesita] samba rock...

VOCÊS BATIZARAM DE “JOVEM SAMBA”.
É, jovem samba [cantarola], “eu sou da jovem samba/ a minha linha é de bamba” [de “A jovem samba”, 1967].

* entrevista da revista Trip com Jorge Benjor;

O texto abaixo  é sobre o Roberto Carlos, mas fala um pouco da época que o Jorge Ben viveu na Tijuca:

Seis anos antes, Roberto Carlos havia chegado ao Rio de Janeiro, vindo de Cachoeiro do Itapemirim (ES), sonhando em ser um cantor famoso. Tentou o rock, a bossa nova e lançou um álbum que tinha também bolero e samba. Foi um fracasso. Esnobado pela panelinha da Zona Sul – Ronaldo Bôscoli o chamava de “João Gilberto dos pobres” –, voltou a conviver com sua primeira turma carioca, da Tijuca. Mais especificamente com um rapaz alto e bonachão, fã de Elvis Presley e de Roberto – tanto que havia mudado seu nome de Erasmo Esteves para Erasmo Carlos.

Uma versão de Erasmo para um hit de Bobby Darin seria o primeiro sucesso de Roberto: Splish Splash, de 1962. A parceria logo rendeu composições originais: vieram Parei na Contramão, É Proibido Fumar e, em 1965, o convite para que eles e Wanderléa apresentassem o programa Jovem Guarda, na TV Record. Em novembro daquele ano, lançaria a música revolucionária que incendiou o Brasil e o transformaria em Rei: Quero que Vá Tudo pro Inferno.

* entrevista da revista Alfa;

sábado, 28 de setembro de 2013

Curta com astronautas falando do espaço

Curta-metragem com astronautas falando que a viagem ao espaço gerou neles. Eis o que um filósofo pondera sobre isso tudo no filme:

"We've been evolving from the beginning of civilization to a larger larger perspective of life on Earth.

Our next approach is understanding our life in space.

It's the fact of the earth is... a space ship, spaceship earth.

We're in space already. It's just we hadn't brought to our perspective as we live here on earth.

The overview effect is simply the recognition that we live on a planet. And all the implications of life on earth."


traduzindo:

"Estivemos evoluindo desde o início da civilização para uma perspectiva muito maior da vida sobre a Terra.

Nosso próximo passo é entender nossa vida no espaço.

É o fato de a Terra ser... uma espaçonave, a Espaçonave Terra.

Já estamos no espaço. Mas isso ainda não chegou ao nosso entendimento enquanto habitantes do planeta.

Esse entendimento é simplesmente o reconhecimento que vivemos em um planeta. E todas as implicações que a nossa vida gera na Terra."




O curta é desse filme. Peguei aqui.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Cara Crachá

Navegando pelo ISSUU me deparei com o Cara Crachá, quadrinho auto-biográfico sobre as questões do trabalho do artista Alexandre Jr., onde o próprio é questionado por uma misteriosa sombra. Vi também a Combustão, revista cultural de Viçosa (MG), o Peru Molhado, o "jornal da emancipação de Búzios", Fotoclube Futebol Clube, de Porto Alegre, e vários quadrinhos, inclusive o Tico-Tico, a primeira revista em quadrinhos do Brasil.

[caption id="attachment_939" align="aligncenter" width="614"]foto de Rangel Paiva, da edição de Super-Heróis da revista do Fotoclube FC. foto de Rangel Paiva, da edição de Super-Heróis da revista do Fotoclube FC.[/caption]